Pelo direito de carregar sua própria bolsa

“Deixa eu segurar sua bolsa”
“Não”
“Por que?”
“Porque não”
“Para de ser boba… Não tem problema”
“Você está segurando um saco de pipoca e dois refrigerantes”
“Não tem problema! Eu levo…”
E ai o cara passa por palhaço (ou equilibrista) e caminha até a sala do cinema com um a bolsa, um saco de pipoca e dois refrigerantes.
Queimamos sutiãs, votamos, somos engenheiras, médicas, presidentes. É então que você sai com um cara que decide… carregar sua bolsa. Ele não pega na sua bunda, não coloca a mão dentro da sua blusa nem tenta algo mais. Ele simplesmente carrega sua bolsa.

Péra lá! Sem feminismos, machismos ou qualquer ismo! Me sinto muito capaz de carregar minha própria bolsa.

Você não quer uma namorada dependente e, eu não quero um namorado que resolva meus problemas. Se bato meu carro, quem se acerta com o funileiro sou eu. Se estou doente, estouro o limite do cartão de crédito, faço uma cagada no trabalho: quem resolve sou eu.

A sutil diferença entre ser companheiro e ser pai de alguém.

(ou: a sutil diferença entre mulher que encrenca com qualquer coisa e as mulheres normais)

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