O jeito errado, na chance certa (ou algo assim)

– Tem USB no seu carro?
– Não.
– Humm. E onde eu guardo a mala?

Tem gente que diz que um amor não aparece na porta da sua casa. Papo-furado. Eu só precisei sair do portão.
Ninguém sabia, mas tinha passado a noite chorando. Estava inchada, de ressaca, calçando chinelos e vestindo shorts largo. Tinha marcado uma festa, com umas 30 pessoas, na minha casa, no interior. Metade já estava lá e a outra metade a caminho. Liguei para uma amiga: “Posso ir de carona com vocês?”
Peguei a mala, ainda feita de semanas atrás, e fui. A última coisa que queria era ouvir músicas tristes. Por isso, o USB. Fiquei, então, com fama de grossa.

Três semanas e algumas cervejas depois, começamos a namorar. Olheiras, grosseria, mendigo-style. Quando encontramos a pessoa certa, nada disso acontece. Clichê! No alvo!

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