Fidelidade

Para ler ouvindo Regina Spektor – Fidelity

Daqui até a eternidade.

Até que a morte os separe.

Fidelidade. Assusta. É, talvez, ainda mais difícil de se encontrar que o amor ou a felicidade. Procuramos no outro o que – de novo – talvez nem nós mesmos possamos doar. Vem envolta em ciúme, sentimento de posse, perda de controle. “E se aparecer alguém melhor?”
Namoro não é contrato de operadora de celular, que prende o cliente por um ano em um plano ruim, com serviços miseráveis – em troca de minutos mais baratos ou um aparelho melhor. Namoro não dá direito a milhas, desconto na diária do motel, temaki ou casquinha de sorvete a mais.
Na minha crença, o importante é ser fidelizado a nós mesmos. Realizo meus desejos, na hora em que quero e do jeito que entender – sambando, me esquivando, sem obrigar ninguém a me engolir. E se não der certo, troco o chip, vendo o aparelho, pago a conta.
No meu clube, o bônus é ser feliz. Sozinha ou acompanhada, o importante é a parceria.

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